A pressão atmosférica é "o peso da atmosfera", ou seja, a força (o peso) que o ar exerce sobre uma superfície. A circulação geral da atmosfera é determinada por muitos factores, entre os quais se destacam a variação da radiação solar em altitude e o movimento de rotação da Terra. Os contrastes térmicos determinam diferenças de pressão. O movimento de rotação origina o aparecimento da força de Coriolis e, portanto, desvios nas trajectórias dos fluxos de ar.
Na última aula, os alunos estiveram a realizar um esboço da Circulação Geral da Atmosfera. Aqui fica um dos melhores registos do 8ºC, da autoria da Daniela. Apesar de tudo, o esboço da Daniela Oliveira está incompleto. Quem consegue descobrir o que falta ao esboço? Se quiserem ver melhor o trabalho, cliquem em cima dele.
Portugal poder apresentar-se, a partir de agora, como um dos poucos países do mundo com capacidade para produzir electricidade a partir da energia das ondas do mar.
Pretende-se que, através do sistema Pelamis (visível na figura ao lado) se consiga produzir energia suficiente para abastecer uma população de 250 mil habitantes. Para saberem mais sobre esta inovadora tecnologia, cliquem aqui ou aqui.
Convém não esquecermos que, actualmente, Portugal já produz 40% da sua energia a partir de fontes renováveis, com destaque para a proveniente das barragens. As vantagens são óbvias. Menciona três dessas vantagens.
Depois de muitas semanas de férias, é chegado o tempo de voltarmos ao trabalho.
Para começar, este post é dirigido aos alunos do 8º ano.
Como vimos na última aula, as imagens de satélite constituem um importante elemento de trabalho quando queremos analisar o estado do tempo numa determinada região. De facto, através da análise sucessiva de várias imagens de satélite podemos prever a ocorrência de céu limpo ou nublado numa dada região.
Deixo-vos com uma imagem de satélite da Europa Ocidental, captada ao início desta segunda-feira, às 2 horas da manhã. Analisem o estado da nebulosidade na Península Ibérica.
Agora que as aulas chegaram ao fim, é tempo para, agora sim e não ao longo do ano lectivo, descontrair e descansar, com excepção para aqueles alunos que ainda terão de realizar os exames. Para finalizar o ano lectivo da melhor maneira deixo-vos com um clip musical bastante educativo e que se relaciona inteiramente com a última matéria dada às turmas do 8º ano. a diversidade cultural.
Este trabalho foi efectuado no âmbito da área curricular não disciplinar de Área de Projecto por um grupo de alunos do 7ºC. O tema tratado relaciona-se com um dos conteúdos desenvolvidos em Geografia no 9º ano de escolaridade: as vantagens e as desvantagens das telecomunicações. Dada a boa qualidade do trabalho, intitulado "Os perigos da Internet", penso ser do interesse de todos os alunos que aqui costumam vir ao blogue analisarem com cuidado o seu conteúdo.
A propósito das aulas que os alunos do 9º ano têm dado aos seus colegas de turma, dando a conhecer as áreas protegidas de Portugal, deixo-vos com o excelente trabalho realizado pelas alunas Ana Isabel, Ana Teresa e Inês Gama do 9ºC. Apreciem e conheçam melhor o Douro Internacional.
Aproxima-se a ficha de avaliação do 9º ano. Este teste terá questões sobre um tema bastante interessante e de grande actualidade: a defesa do ambiente. Esta costuma ser uma das matérias mais facilmente percebidas pelos alunos, pelo que espero não ter desilusões quando tiver de corrigir os vossos testes.
Deixo-vos com um interessante vídeo da autoria da WWF que, meio a brincar, meio a sério, dá a conhecer, em apenas 60 segundos, os perigos que podemos enfrentar se ignorarmos a protecção do ambiente. Vejam o vídeo e dêem a vossa opinião sobre o conteúdo do referido vídeo.
Quanto ao teste, prestem maior atenção aos seguintes conteúdos:
- causas, consequências e soluções para os problemas ligados à poluição atmosférica, nomeadamente o efeito de estufa, a ilha de calor, o smog, as chuvas ácidas e a destruição da camada do ozono;
- causas, consequências e soluções para os problemas ligados à desflorestação;
- causas, consequências e soluções para os problemas ligados à poluição da água;
- a importância da realização de cimeiras e acordos de defesa do ambiente a nível mundial, com destaque para o Protocolo de Quioto;
- a política ambiental em Portugal;
- o papel das ONG´s internacionais e nacionais de defesa do ambiente.
"De dia, uma cidade invadida por milhares de pessoas, automóveis e um trânsito caótico. À noite, uma Lisboa que se esvazia, com muitos prédios sem gente.
É este o retrato da capital portuguesa, cujo problema só pode ser superado por uma nova forma de encarar a capital: uma cidade que é mais do que as suas fronteiras e cujos problemas extravasam a sua delimitação geográfica."
Os transvases constituem uma possibilidade para que Portugal consiga, no futuro, gerir melhor a sua água, criando infra-estruturas que permitam fazer chegar este recurso aos locais onde se registam as maiores carências.
Este género de infra-estruturas consiste na criação de canalizações, abertas ou fechadas, dependendo dos quilómetros que a água vai ser transportada e da evaporação existente nas respectivas zonas, por forma a interligar os grandes sistemas, levando água em alta entre os diversos locais. Em Espanha, a questão dos transvases tem lançado uma grande contestação, não só por parte dos ambientalistas, como da comunidade científica. Aliás, o programa de transvases de grande envergadura é apelidado de "hidro-biológico", na medida em que, segundo alguns especialistas, acarreta um estilo de desenvolvimento completamente insustentável.
O transvase mais importante da Península Ibérica localiza-se em Espanha, ligando o rio Tejo ao rio Segura, sendo uma das maiores obras hidráulicas de engenharia em toda a Espanha. Os primeiros projectos datam de 1933, embora as obras apenas se tenham iniciado em 1966. Mediante este transvase, passa água das barragens de Entrepeñas (Província de Guadalajara) e Buendía (Cuenca) ao rio Segura através da barragem de Talave. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Transvase_Tejo-Segura
Dá a tua opinião sobre as condições que devem ser asseguradas pelas autoridades governamentais aquando da construção dos transvases em rios luso-espanhóis.
Excertos da notíca do DN de 2ª feira a ler com atenção:
"Cinco milhões de portugueses vivem no estrangeiro, o que equivale a metade da população de Portugal. E, só nos principais países de destino europeu, a percentagem de emigrantes aumentou 52,6% entre 2000 e 2006, de 419 047 para 639 612, revela o Relatório Internacional sobre Migrações de 2007 da OCDE , a divulgar em Junho. A Europa é o continente de destino mais recente dos portugueses. A evolução de 2000 a 2006 dos principais destinos indica que há países, como a Espanha e Andorra, em que o número de portugueses duplicou. Estas são as estatísticas nacionais oficiais e, numa área em que é impossível contabilizar as saídas para os países do espaço Schengen, quer dizer que os números reais são muito mais altos que os indicados. Por exemplo, no Reino Unido, estima-se que vivam o triplo de portugueses, o que também acontece em Espanha. Neste último, o Ministério do Trabalho espanhol já indica 101 818 portugueses em Dezembro de 2007, ou seja, mais 25% do que no ano anterior. Os novos fluxos migratórios traduzem-se em dois tipos de emigrantes. Os que vão à procura de um trabalho mais duradouro e se dirigem para a Suíça e para o Reino Unido e os recrutados por agências de trabalho temporário para Espanha, França e até Holanda. O que diferencia Portugal dos restantes países da União Europeia é a manutenção de quantitativos importantes de saída (particularmente intensos em momentos de crise económica, como os experimentados na actualidade), em conjunto com fluxos de entrada maciços. E, no caso da Suíça, por exemplo, é previsível que continue a ser um pólo de atracção para os portugueses, para trabalhos sazonais, nomeadamente no sector da hotelaria. É mão-de-obra recrutada por agências de trabalho temporário, quando não é por redes de emigração clandestina, modalidade de emigrar e de imigrar que está a substituir as redes familiares e de amizade das migrações tradicionais. O grande núcleo da diáspora portuguesa encontra-se nos Estados Unidos da América (1,3 milhões), na França (800 mil) e no Brasil (700 mil)."
Dá a conhecer a tua opinião sobre a realidade descrita na notícia.
O Rodrigo Oliveira do 8ºC realizou um cartaz a chamar a atenção para a necessidade dos casais portugueses com um só filho serem incentivados a terem um segundo filho.
Para que as gerações se renovem é importante que o índice de fecundidade seja de 2,1 filhos. Os incentivos ao segundo filho deveriam, por isso, ser muito maiores. Deixo-vos com o cartaz elaborado pelo Rodrigo, visando uma maternidade consciente e responsável...
Na última aula dos 7ºC e 7ºD foram abordadas diversas questões sobre os rios portugueses, incluindo a discriminação dos principais que nascem em Espanha e têm foz em território português.
Aliás, vimos que alguns dos principais rios que percorrem território nacional são, na verdade, luso-espanhóis, o que pode acarretar problemas para Portugal em tempos de seca. Vamos agora às questões.
Analisem, com atenção, o mapa que se segue e que foi elaborado pela Ana do Carmo do 7ºD e mencionem o nome de quatro dos principais rios luso-espanhóis, explicitando alguns dos problemas decorrentes da nossa relativa "dependência" hidrológica face a Espanha.
Observa também as duas imagens que se seguem, ambas do Rio Douro (uma no seu curso superior e outra no seu curso inferior) e menciona algumas das principais diferenças existentes entre as duas paisagens.
A próxima ficha de avaliação do 8º ano terá questões relacionadas com o tema da demografia. A propósito desta matéria deixo-vos com um interessante cartaz de uma campanha de sensibilização demográfica destinada à população portuguesa. Elabora um comentário pertinente à mensagem traduzida no referido cartaz.
Quanto aos sub-temas a estudar para a ficha de avaliação, toma atenção redobrada aos que se seguem:
- análise da distribuição da taxa de mortalidade infantil no mundo (é necessário saber calcular este indicador demográfico);
- análise pormenorizada de pirâmides etárias;
- análise de gráficos sobre a evolução da taxa de natalidade e/ou do índice de fecundidade;
- caracterização das políticas demográficas existentes no mundo e discriminação de exemplos de medidas concretas;
- classificação das migrações quanto ao espaço, duração, forma, controlo e causa;
- análise de gráficos e mapas sobre os principais movimentos migratórios populacionais.
Para as turmas do 8ºB e 8ºC haverá ainda um conjunto de perguntas a incidir sobre o cálculo do crescimento efectivo e da taxa de crescimento efectivo e sua interpretação.
Não há nada como insistir para que uma matéria que, à primeira vista parece difícil, se torne mais fácil de compreender. Foi isso que aconteceu com alguns dos alunos do 7ºC e do 7ºD a propósito da elaboração de um perfil topográfico. Se no primeiro exercício, realizado na passada semana, as dificuldades sentidas por alguns tinham sido muitas, já na realização do segundo trabalho, nesta 2ª feira, e depois de uma explicação mais cuidada e uma atenção e concentração redobradas por parte dos alunos, as coisas correram pelo melhor. A maioria dos alunos já percebeu para que serve e como se constrói um perfil topográfico.
Dou a conhecer dois dos melhores trabalhos, um da Diana Osório do 7ºC e o outro da Carolina Araújo do 7ºD. A questão que vos deixo é a seguinte: caracteriza as três formas de relevo apresentadas?